29 setembro 2013

Especial 15 anos de Google, um gigante na web

Nesta semana (27/09), a companhia que promete revolucionar o mercado tecnológico celebrou 15 anos de sua fundação. A Google, fundada e construída na internet, é a segunda empresa de tecnologia mais valiosa do mundo, ficando atrás apenas da Apple. Supera gigantes estabelecidas como a Microsoft e outras companhias tradicionais como IBM e Oracle.

É difícil imaginar uma internet sem o Google ( pela força do hábito ainda usamos o termo o “buscador” para nomear a companhia ), pois bem... Há tempos, o Google não é mais só um buscador.

Ela, aos poucos (e à seu modo), foi avançando sobre áreas que originalmente não eram suas, mas que representavam um risco ao seu negócio principal – a busca. Foi assim com o OpenSocial (para peitar o então reinante MySpace), o Android (Apple e o nascente iPhone), Google Plus (Facebook) e Chrome e Docs (Microsoft).

Hoje, a fundação da companhia se confunde com a popularização da "rede mundial de computadores", tendo exercido um papel extremamente importante na etapa inicial de organização de conteúdo.

Sua ferramenta de buscas é, em vários lugares, o site mais visitado e oferece os mais diferentes serviços, às vezes até se aventurando em áreas "malucas", como a produção de carros que se dirigem sozinhos ou investindo em pesquisas de saúde.

A companhia afirma que 100 bilhões de buscas são feitas mensalmente por sua ferramenta. Cerca de 20 bilhões de páginas são verificadas diariamente para atualização de seu banco de dados. São mais de 60 trilhões de endereços catalogados e mais de 100 petabytes (cerca de 100 milhões de gigabytes) de dados em seus servidores.

Como era no início o doodle do Google:

Em 1998, buscar algo significava escrever palavras e receber de volta uma lista de links. Agora, com smartphones, tablets e o Glass, mudou a maneira como pedimos – a voz está cada vez mais popular – e o que recebemos de volta. Nem sempre o melhor resultado é um link, mas sim a informação direta. É o que o Google vem fazendo com o Knowledge Graph, um sistema próprio da empresa que apresenta informações em cartões direto no resultado de busca.

A partir de hoje, o Knowledge Graph consegue entender buscas maiores e mais complexas – viu a semelhança com a mudança no algoritmo? Na demonstração feita na Califórnia, a VP de buscas, Tamar Yehoshua, fez perguntas seguidas sobre a Torre Eiffel – sua altura, fotos, como foi sua construção – e só precisou cita o nome do marco turístico uma única vez.

Com a nova tecnologia, o Google entende que as dúvidas sobre aquele assunto não terminaram, ainda que o nome já tenha sido citado. Outro exemplo envolve pintores: se você pedir pintores abstratos, lá vai o buscador mostrar os rostos de Monet, Degas e Renoir em vez de procurar um site que liste todos eles. É possível também comparar dois produtos no resultado de busca, como azeite e manteiga, por exemplo – o Google coleta informações de sites confiáveis e os organiza em uma tabela com foto para visualização.

Na era da informação, o +2C Multimídia parabeniza a empresa que trouxe sonhos que antes pareciam impossíveis juntos à uma esperança de realidade. Afinal, fotografar com um piscar de olhos (e dizemos isto literalmente) ou passear pelo Monte Fuji no Japão sem sair de casa, é ou não é a realização de um sonho?!

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Um webmaster amante das tecnologias, criador de conteúdo para a web e idealizador do Informe Tecnológico 2cmultimidia.com (site voltado às tendências de tecnologias), onde compartilha experiências com seus web leitores.

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