08 outubro 2012

Mídia de vidro poderia guardar dados por milhões de anos

Quase todos os esforços na área de armazenamento de dados são feitos para aumentar a densidade, ou seja, permitir gravar mais coisas num espaço cada vez menor. Mas como fica a vida útil dos dados armazenados? Isso não tem evoluído muito nas mídias de consumo. Os DVDs em geral dão conta por várias décadas, mas também podem apresentar problemas facilmente. É nisso que a Hitachi está investindo agora: preservação de dados por um tempo muito maior.
Ela criou um sistema de armazenamento que pode guardar dados por milhões de anos, ao menos em teoria, usando o bom e velho vidro de quartzo.

No estado atual da tecnologia cada polegada quadrada com quatro camadas pode guardar cerca de 40 MB, pouca coisa, mas é algo próximo da capacidade dos CDs de áudio.

A leitura de dados seria feita com um microscópio óptico, permitindo a identificação das marcações feitas no quartzo (algo simples, já que corresponderiam a 0 ou 1, num sistema binário tão básico como qualquer outro).

O grande destaque fica por conta da durabilidade. As mídias de vidro seriam resistentes a calor, radiação, água e diversos outros elementos químicos e condições. Bem, não seriam  tão resistentes assim contra quedas, mas isso pode ser evitado com certa facilidade.

Segundo a Hitachi os dados poderiam ficar gravados por milhões de anos, literalmente. Com mais algum esforço no processo de fabricação a densidade de dados pode melhorar também, tornando o sistema mais atrativo.

Um webmaster amante das tecnologias, criador de conteúdo para a web e idealizador do Informe Tecnológico 2cmultimidia.com (site voltado às tendências de tecnologias), onde compartilha experiências com seus web leitores.

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